Palestras em alusão ao Outubro Rosa reúnem colaboradores e familiares de pacientes do Hospital Vida

Palestrantes destacaram a importância do autoexame e mamografia para o diagnóstico precoce do câncer de mama


Foi uma manhã de muita prestação de serviço e informação. A Mastologista e Presidente da Regional Alagoas da Sociedade Brasileira de Mastologia, Dra. Lígia Teixeira iniciou a primeira palestra, às 9 da manhã. O tema? Câncer de mama: quanto mais cedo prevenir, melhor.

A médica abordou diversas questões relacionadas à temática. Entre elas: fatores de risco, idade recomendada para iniciar os exames de mamografia, autoexame, identificação de nódulos, câncer de mama masculino e, principalmente, a importância da prevenção.


"É preciso estarmos atentos ao nosso corpo e aos fatores de risco. O recomendado é realizar mamografias a partir dos 40 anos de idade, mas se você possui algum parente de primeiro grau com histórico de câncer, deverá fazer antes disso, seguindo sempre a recomendação do seu médico." destacou a mastologista.


A médica também acrescentou que é possível diminuir os fatores de risco do câncer de mama adotando hábitos saudáveis.

"Manter hábitos saudáveis como alimentação balanceada, rica em vegetais e atividades físicas regulares com 30 minutos, por dia, de caminhada são capazes de reduzir em até 20% o risco de ter câncer e outras doenças como diabetes e hipertensão", reforçou a Doutora.


No segundo turno da manhã, o auditório do Hospital vida se encheu novamente. Foi a vez das coordenadoras da Rede Feminina de Combate ao Câncer em Alagoas abordarem a temática e falarem um pouco sobre o trabalho desenvolvido pela rede que presta assistência a mulheres com câncer de mama há mais de 20 anos em Alagoas.

A professora Eliane Machado iniciou falando sobre como deve ser feito o autoexame. com um estereótipo de uma mama, ela mostrou como apalpar para que se tenha mais percepção no momento do toque. Em seguida, as participantes também puderam ver de perto e tocar o estereótipo.

Eliane destacou que o diagnóstico da doença não é o fim.


"Mulheres com câncer não estão sozinhas. Existe uma rede de apoio e assistência. Conseguimos, através de parcerias, ofertar exames gratuitos. Temos um banco de perucas que elas podem ter acesso para elevar a auto estima. E a doença tem cura. É preciso se cuidar", afirmou Eliane.

A também coordenadora da Rede, Claudete Peixoto, apresentou em seguida um pouco da estrutura da instituição que é formada por voluntários.


"Nós fazemos tudo por amor. Para essas guerreiras que lutam contra o câncer, fornecemos lanches, refeições e toda a assistência necessária para o enfrentamento da doença. Tudo graças a doações e à venda de acessórios e camisetas produzidos pela Rede. ", disse a coordenadora.

Entre os participantes estavam colaboradores e familiares de pacientes do hospital. Mulheres e homens tiraram suas dúvidas a respeito da doença de forma prática e objetiva.


"Uma excelente oportunidade de a gente entender um pouco mais sobre o câncer né? a gente acha que nunca vai atingir a gente mas vimos aí as estatísticas né? uma em cada 6 mulheres vão ter a doença e precisamos nos cuidar. Muito bom!", disse a Dona Maria de Fátima, de 56 anos, auxiliar de serviços gerais.




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