Cefaleia ou dor de cabeça.


Cefaleia, um mal que acomete mais de 90% da população, mais comumente conhecida como dor de cabeça, é uma das queixas mais comuns em consultório clínico e neurológico.


A enxaqueca é a cefaleia de maior importância no Brasil e estudo epidemiológico brasileiro publicado pelo grupo do Dr. Mario Peres, do Instituto de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, mostra que a prevalência de enxaqueca é de 15,2% na população em geral acomete mais mulheres, pessoas com maior nível educacional e aquelas que não praticam exercícios físicos. Cerca de 92% dos pacientes não recebem tratamento especializado com neurologista. A prevalência de cefaleia tensional foi de 13% na população em geral com maior frequência em homens e pessoas com maior nível educacional. A cefaleia crônica diária representou 6,9% dos casos de cefaleia na população brasileira e foi mais prevalente em indivíduos do sexo feminino, com alta renda familiar, desempregados e que não fazem exercícios físicos regularmente.

A enxaqueca é associada a diversas condições, como por exemplo: tensão, fibromialgia, depressão, ansiedade e distúrbios de sono.


As cefaleias podem ser divididas em:

Primárias: caracterizam-se por não haver alterações estruturais no cérebro e são representadas em sua maioria pelas enxaquecas e dor de cabeça tensional.

Secundárias: são aquelas associadas a traumatismo craniano, neoplasias (tumores), doenças vasculares (referente a artérias e veias), medicações, infecções, distúrbios metabólicos, desordens do pescoço e face e neuralgias cranianas.​


Tratamento

O tratamento das cefaleias começa com um diagnóstico adequado, identificando as causas primárias e secundárias de cefaleia. Uma vez realizado o diagnóstico de cefaleia primária os pacientes se beneficiarão de uma explicação completa do seu médico acerca de sua patologia. Os planos de tratamentos das cefaleias seguem os padrões abaixo de acordo com o diagnóstico:

Prevenir os ataques evitando fatores desencadeantes (alterações hormonais, fatores dietéticos, mudanças ambientais, estímulos sensoriais e estresse);Usar tratamentos não farmacológicos como relaxamento, bio feedback, adequação do estilo de vida (ter sono adequado, fazer exercícios físicos e parar de fumar);Tratamento na fase aguda: aliviar sintomas e impedir a progressão da dor;Terapia preventiva para reduzir a frequência, intensidade e duração da dor;Usar de terapias alternativas quando apropriado;Reavaliação periódica e reconsiderar o plano de tratamento.


É importante lembrar que o mercado medicamentoso oferece variedades de remédios para os mais diversos tipos de dor de cabeça, contudo, não se automedique, consulte o seu médico para saber qual é o mais indicado para o seu tipo de dor de cabeça e organismo (principalmente as gestantes). Marque sua consulta com o Neurologista, pelo telefone 3214-9700.

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