AIDS


A AIDS, ou síndrome da imunodeficiência adquirida, é um vírus extremamente grave, decorrente da infecção causada por um microrganismo, denominado vírus da imunodeficiência humana (HIV). O ser humano é a única espécie que se infecta e desenvolve doença por esse agente. Qualquer que seja a forma de contágio, depois que a pessoa se infecta o vírus torna-se um parasita no organismo, preferencialmente de células do sistema imunológico com o objetivo de destruir todo esse sistema. Essa destruição é lenta e progressiva e pode levar certo tempo até que o indivíduo infectado perca toda a capacidade de proteção imunológica. Quando isso finalmente ocorre, a pessoa infectada fica sujeito a uma série de doenças por falta de proteção contra agentes infecciosos.


Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, ainda assim, podem transmitir o vírus a outras pessoas. No Brasil, os principais comportamentos de risco são as relações homo e heterossexuais sem prática de sexo seguro (ou seja, sem uso de camisinha) e o compartilhamento de agulhas e seringas por usuários de drogas injetáveis. Também à transmissão do HIV da mãe infectada para o feto, que ocorre na gravidez, durante o trabalho de parto e no aleitamento.

Cientistas de vários países vêm se empenhando na tentativa de descobrir uma vacina contra a AIDS. Enquanto isso não ocorre, as principais medidas para prevenção do HIV são:

· Campanhas de prevenção;

· Sexo seguro – o uso de camisinha ainda é o meio mais eficiente de evitar a contaminação durante as relações sexuais;

· Agulhas e seringas descartáveis;

· Controle dos bancos de sangue;

· Tratamento da grávida infectada pelo HIV.


O tratamento da síndrome, deve sempre ser conduzido por infectologista, que supõe medidas contra as infecções oportunistas e, se possível, prevenção à ocorrência dessas infecções e administração de medicamentos anti-retrovirais (especificamente, contra o HIV) AZT e coquetéis anti-AIDS. Convém lembrar que até o momento, com as drogas disponíveis, não existe possibilidade de suspensão do tratamento e que a falta de adesão completa a ele torna o vírus resistente aos medicamentos empregados, tornando o tratamento ineficiente.


É importante mencionar que o convívio social com pessoas infectadas pelo HIV não significa risco de contaminação. Pelo mesmo motivo, não têm fundamento as crenças de que seria possível a contaminação pelo contato com tábuas de privada, roupas e outros objetos usados pelo doente.

Cuide-se, prevenção é mais saúde, é mais vida!


Ref. Portal mais saúde.gov/ ministério da saúde.gov /aids.gov.br

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